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A cultura digital de Gilberto Gil em livro

A pesquisadora Eliane Costa lança nesta quinta-feira (7/7), no Rio de Janeiro, o livro Jangada Digital.

O livro é uma versão de sua dissertação de mestrado “Com quantos gigabytes se faz uma jangada, um barco que veleje: o Ministério da Cultura, na gestão Gilberto Gil”, defendido este ano no no CPDOC da Fundação Getúlio Vargas.

No trabalho, Eliane conta de uma forma extremamente agradável o processo de construção de uma nova visão de cultura diante do cenário das redes e tecnologias digitais durante o período em que Gilberto Gil foi Ministro da Cultura.

Gil, aliás, estará no lançamento, assim como uma série de outros ativistas e articuladores dessa política.

Convite Eliane Costa

A dissertação havia sido compartilhada na rede CulturaDigital.br.

Sobre a autora

A autora, Eliane Costa, antes de ser mestre em cultura, estudou física, tornou-se funcionária da Petrobras atuando no desenvolvimento de sistemas de computação, chegou a cumprir créditos para um mestrado nessa área, mas nos anos 90 deu uma guinada na vida e passou a trabalhar com comunicação.

Há oito anos, ela é a gerente de Patrocínio da Petrobrás, tendo sido responsável pela criação do programa Petrobras Cultural, que hoje tem uma área específica para fomento de projetos de cultura digital.

Em Jangada Digital, Eliane apresenta uma dobra na História, um momento onde o país se posicionou de forma pioneira mundialmente em relação à cultura e a tecnologia. Fartamente documentado, criterioso e rigoroso conceitualmente, seu trabalho comprova a dimensão inaugural da gestão de Gilberto Gil no Ministério da Cultura.

4 comentários em “A cultura digital de Gilberto Gil em livro”

  1. Volta Gil!! Parabéns a Eliane Costa por nao deixar a peteca cair. Que o esforço do Gil & sua equipe em democratizar o modo de fazer cultura nesse país não pare por aí.

  2. Eliane, Parabéns! pelo conjunto da obra, pela incansável defesa da cultura, pela profissional que você é. Pra completar é “formada em física”. bjs Cristina

  3. Parabéns pela edição, pena não ver referências como Armand Mattelart, Dan Schiller, Serge Proulx, Phillipe Breton e tantos outros que contrapõem alguma das perspectivas já “canonizadas” da cultura digital.

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