(Santos, 2015)
o mar
a mata
o ar
o arado
na época
dos patriarcas
em escala
reversa e
perversa,
perdemo-nos
em pesadelos
de desunião
quando só o que temos
– veja bem –
só o que temos
é a imersão nas águas
é a comunhão das almas
é a disperão das festas
– de nossas feras –
em rituais
de vida
e amor eterno.
a woman and the sea
are the same in anger
Pois eu quero
a imensidão
das mulheres:
essa força
que é
raiva mas
sobretudo
paixão
o mel
a matriz
o rito
o tempo.