(Santos, 2014)
Foda-se o porvir,
essa palavra de poeta.
Eu quero o agora,
em suas muitas formas:
pode ser uma aurora,
uma banheira morna,
uma viagem a Bora-Bora,
ou quem sabe um mergulho:
eu e você
na floreira
de alfazemas.
(Santos, 2014)
Foda-se o porvir,
essa palavra de poeta.
Eu quero o agora,
em suas muitas formas:
pode ser uma aurora,
uma banheira morna,
uma viagem a Bora-Bora,
ou quem sabe um mergulho:
eu e você
na floreira
de alfazemas.