LEVEZA
(Santos, 2014) para Sérgio Cohn Poema cavalga uma ribanceira até encontrar leveza. Depois que encontra flutua vira pluma: espuma densa sobre curso d’água. E o rio não para.
(Santos, 2014) para Sérgio Cohn Poema cavalga uma ribanceira até encontrar leveza. Depois que encontra flutua vira pluma: espuma densa sobre curso d’água. E o rio não para.
Tem um tipo de poema que nasce no guardanapo pula pro sulfite migra pro Moleskine até que, datilografado, vai parar na vala comum de um disco rígido: esse é o poema guardado.
A máquina de escrever é boa pra poema com e sem rima, por permitir a visão da palavra e da posição do verso na página. Um dia eu quis uma máquina pra escrever poesia, encontrei uma, elétrica, tão bonita, masContinue a ler »À MÁQUINA
(Santos, 2015) O vento quente que sopra do mar anuncia a chegada da tempestade: não há o que se possa fazer. Para mim, o mais difícil é pensar que esse vento, mensageiro, também anuncia a partida do sol de outono.Continue a ler »CRÔNICA SOBRE O VENTO
(Santos, 2015) não ao sim: crítico sim ao não: cético não ao não: hermético sim ao sim: utópico sim ou não: tático sim ou sim: sincrético não ou sim: herético não ou não: caquético sim e não: quântico não eContinue a ler »SINTÉTICO