LEVEZA
(Santos, 2014) para Sérgio Cohn Poema cavalga uma ribanceira até encontrar leveza. Depois que encontra flutua vira pluma: espuma densa sobre curso d’água. E o rio não para.
(Santos, 2014) para Sérgio Cohn Poema cavalga uma ribanceira até encontrar leveza. Depois que encontra flutua vira pluma: espuma densa sobre curso d’água. E o rio não para.
Este texto foi lido na abertura do Sarau Safado, no dia 9 de março de 2015, dia em que lancei o meu primeiro livro de poesia, “Poemas a uma mão”, que também conta com desenhos de Rafael Campos Rocha. SãoContinue a ler »BEM-VINDOS AO SARAU SAFADO